Pubicidade

Poucas coisas reflectem de forma tão cristalina e condensada as atitudes sociais para com os géneros como a publicidade. Esta é de 1962 e, desde que a vi, só me ocorre pensar: «Ó TAP, e se eu não quiser que o meu marido volte depressa?…»
Actualmente, os discursos tendem a ser menos descarados (será mesmo? darei muitos contra-exemplos em futuros artigos), mas continua a ser preciso fazer esta recolha de documentos para reflexão. A publicidade de hoje – como a do Ilvico ou a do spray-anti-cheiro-a-caca-de-mulher – vai parecer marciana a quem, daqui a 50 ou 100 anos, fizer arqueologia. Espero.

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